A história do atleta


História


Filho de Onofre e Lucia Lombardo, o paulistano Amauri Ribeiro nasceu no tradicional bairro do Ipiranga, em 23 de janeiro de 1959.

Como qualquer garoto, gostava muito de brincar, e desde cedo, as atividades esportivas chamaram a sua atenção. As primeiras paixões do campeão foram andar de bicicleta e jogar futebol. Morando em frente a um centro esportivo municipal, ficava fácil praticar diariamente, não somente estas atividades, como também natação, ginástica olímpica etc..

Com suas irmãs Mirna e Nice, cursou o 1o e 2o graus em colégio estadual, onde, devido ao incentivo de um professor de educação física, o Branco, começou a engatinhar em sua vitoriosa jornada de campeão do vôlei.

Em 1972, encaminhado por esse mesmo professor para fazer um teste no Clube Atlético Paulistano, Amauri agarrou com unhas, dentes, cortadas e manchetes seu lugar como atleta profissional.

A adolescência chegou trazendo a inevitável sensação de divisão entre o estudo e o esporte. Amauri conseguiu, com muita dedicação e apoio total de sua família, manter-se firme e presente em ambos, ainda que tendo de utilizar-se de três ônibus por dia para ir treinar.

Quatro anos depois, em 1976, participou da campanha “Adote um atleta”, sendo um dos primeiros a ser adotados. Esse projeto daria origem, ao que hoje é, o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa.

Ainda em 76, veio a 1a convocação de Amauri para a Seleção Brasileira, e em dose dupla. O atleta figurou, com destaque, tanto na Seleção juvenil quanto na adulta. O Brasil descobria seu novo meia de rede, um gigante com 1,95m, 90kg e tênis 46.

Ratificando seu empenho e sede de conhecimento, em 1978, a Faculdade de Educação e Cultura de São Caetano do Sul, o recebia, como aluno em seu curso de Educação Física.

O dia-a-dia de um atleta profissional não é fácil. Recheada de sacrifícios, contusões e incertezas, é uma rotina muito dura, onde os amigos são parte fundamental da vida desses heróis do esporte. Para Amauri não foi diferente, desde a época que ele morava na ponte-aérea, defendendo seu clube paulista e vestindo a camisa canarinho no Rio de Janeiro, os amigos estiveram lá para apoiá-lo.

Amauri é um homem caseiro e prefere passar o tempo com a família, ou seja, com seu filho Lucca de 12 anos, do primeiro casamento, e com Lia Patrícia, sua esposa desde 97.

E assim viveu e vive Amauri, ícone de campeão e líder da geração que revolucionou não apenas o Vôlei, mas todo o esporte brasileiro


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Homenagens recebidas

  • Homenagem do Comitê Olímpico Brasileiro - 1992
  • Medalha do mérito esportivo – Presidência da República 1992
  • Homenagem da Associação dos Cronistas Esportivos – 1992
  • Melhores do esporte paulista – Secretaria Municipal de Esportes 1992
  • Melhor passe do Mundial de Clubes – São Paulo 1991
  • Melhor passe do Mundial de Clubes – Itália 1989
  • Homenagem do Comitê Olímpico Brasileiro - 1984
  • Atleta revelação de 1982 - Troféu Toque de Ouro – Carlos Artur Nuzman
  • Melhor atleta do ano de 1977 – Clube Atlético Paulistano
  • Atleta revelação do ano 1977 – Federação Paulista de Voleibol

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Títulos conquistados



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